O tempo passa, e não para. Por muito que o desejemos, por muito que queiramos ficar ali, agarrados àquele instante quando damos por ela já passou. Já não o voltamos a ter, pelo menos não fisicamente. Tudo o que passou, fica na memoria guardado, para nos aquecer a alma quando temos frio, para nos fazer sorrir quando choramos.
É assim que quero guardar tudo, como uma memória apenas, e quando estou prestes a consegui-lo, tu voltas e volta também tudo: as memórias, as saudades, as cabeçadas, a vontade de cantar e te ouvir cantar (…) tu sabes, tu entendes, tu sentes.
Não pretendo esquecer nada, não pretendo esquecer nenhuma palavra, nenhuma gargalhada, nenhuma cabeçada, nenhum abraço, nenhum beijo (…)
Quero guarda-los comigo, e se um dia voltarem, aproveitar cada um deles como se fosse o ultimo, pois a verdade é que nunca se sabe o amanha e eu sei que no meu te quero comigo, de uma maneira ou de outra, eu quero que estejas lá para mim, pois eu também estarei lá para ti.
A verdade é uma, e é bem dita:
- “Morremos a cada segundo que passa”
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